Quanto preciso juntar para comprar um imóvel

Para um imóvel de R$ 400 mil, separe cerca de R$ 98 mil. São R$ 80 mil de entrada e R$ 18 mil de imposto e cartório.
Se você financiar, o ITBI e o cartório costumam sair mais baratos, e o banco cobra a avaliação do imóvel. O ITBI de cada cidade sai no site da prefeitura.
- EntradaR$ 80 mil
- ITBIR$ 12 mil
- Escritura e registroR$ 6 mil
Entrada de 20%, ITBI de 3%, escritura e registro de 1,5%.
Entrada de 20%, ITBI de 3%, o da cidade de São Paulo, e escritura e registro estimados em 1,5% do preço, valores de novembro de 2026.

O preço do imóvel não é tudo o que sai do bolso. Na compra, você paga o ITBI (Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis), imposto da prefeitura sobre a venda de imóveis, de 3% na conta. Paga também o cartório, que faz a escritura e o registro em seu nome.
A conta trata esses gastos como dinheiro seu, pago junto com a entrada, antes de receber a chave.
O ITBI muda de cidade para cidade. A conta usa o de São Paulo, então veja o da sua prefeitura antes de fechar o valor.
Quanto juntar para um imóvel de 200 mil?
Para um imóvel de R$ 200 mil, separe cerca de R$ 49 mil. São R$ 40 mil de entrada e R$ 9 mil de imposto e cartório.
E se eu comprar à vista?
Para um imóvel de R$ 400 mil, separe cerca de R$ 418 mil. São R$ 400 mil do preço e R$ 18 mil de imposto e cartório.
À vista, esses R$ 18 mil vêm por cima do preço. Sem eles, a escritura não sai e o imóvel não passa para o seu nome.
Quanto pesam o ITBI e o cartório?
Num imóvel de R$ 400 mil, o ITBI fica em R$ 12 mil e a escritura com o registro, em R$ 6 mil. Juntos, são 22,5% da entrada.
É dinheiro que não volta e não abate a dívida. Por isso conte com ele desde o começo.
Como esta conta é feita
A entrada é 20% do preço, comum nos bancos com taxa de mercado.
O ITBI é 3% do preço, a alíquota de São Paulo para compra sem financiamento.
Escritura e registro somam cerca de 1,5% do preço, uma estimativa, porque cada estado tem a sua tabela de cartório.
A conta não inclui mudança, reforma nem a avaliação que o banco cobra quando há financiamento.